Amantes Da Ferrovia

Apaixonados por trem

Olá, Sou Marcos, filho de ferroviário que adorava o que fazia e criou seus filhos sempre proximo da EFVM, em todos os sentidos. Fui educado até o que hoje seria oitava serie ou nono ano, em escolas da Vale.Depois fiz ESTRADAS na Escola Tecnica Federal e estagiei na duplicação da EFVM entre Drumond e Itabira. Para variar, fui nascer em Governador Valadares. Estou adorando esta comunidade e proponho que falemos aqui das origens de nossas ligações com esta maravilha de assunto que hoje é História para nos e nossos filhos. Quem sabe se encontraremos aqui conhecidos de nossos pais?Abraços a todos

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Respostas a este tópico

Olá, meu caro Marcos Antônio, saudações!

A origem de nossas paixões pelas ferrovias, meu prezado, vem de nosso contato direto com as mesmas, nossas viagens mais marcantes, mais fantásticas, que deixaram doces lembranças em nossos corações enaltecidos de eternas saudades! No meu caso, são as mais preciosas lembranças das viagens noturnas no saudoso Noturno para Vitória - ES, o famoso Rápido Vitória a MInas, da EFVM - CVRD. Foram inumeras viagens nos carros de poltrona leito e algumas poucas nos carros dormitórios, lembranças preciosíssimas que carrego comigo por toda minha vida! Também, as velhas histórias, incríveis, sobre as ferrovias, ajudam-nos a criar fortes vínculos emocionais com as mesmas. Eu não sou filho de ferroviário, mas sou ORGULHOSAMENTE, FILHO DE UMA ERA DE OURO na história dos trens de passageiros e tenho intermináveis histórias para contar! O meu avô Altamiro dos Santos, por exemplo, foi o responsável direto, pela vinda direta do Trem Rio Doce Rápido Vitória a Minas até Belo Horizonte - MG, quando fora Presidente da Câmara Municipal de Aimorés - MG em 1959! Tudo isto e muito mais, faz com que a gente desenvolva uma paixão sem tamanhos pelas ferrovias! Visite minha página no Clube, explore-a, pois nela você encontrará coisas fantásticas das mais incríveis histórias das ferrovias!
Um grande abraço!

Hélio dos Santos Pessoa Júnior
Oi amigo Marcos.
Acho que é verdade que alguma coisa nôs leva a gostar desta comunidade que fala de ferrovias.
Eu sou filho de um ferroviario que trabalhou 32 anos neste ramo. Meu Pai hoje com 81 anos, ja com sua memoria doente pela idade, mas me da muito orgulho de telo ainda entre nos. Trabalhou sempre em Rutilo, um lugarejo onde havia o cruzamento de uma ferrovia que ligava Ribeirao Vermelho a Barra Mansa cruzando com uma linha que vinha de Soledade de Minas ate Bom jardim de Minas.Minha familia chegou a morar uns temopos em uma casa da RFFSA que ficava na margem da ferrovia em Rutilo. Depois mudamos para Bom jardim, e eu tenho em minhas lembranças aquele armazem cooperativa da rede ferroviaria, o trem pagador, a maria fumaça e a velha estaçao ferroviaria de madeira, que hoje nao mais existe. Fui aquele garoto, que todo dia quando escutava o apito do trem de passageiros, corria ate a beira da linha e ficava olhando o trem ate ele dobrar a curva ao longe. E ate hoje, quando vejo um trem passando eu paro e fico olhando. O barulho da roda do trem na imenda do trilho, pra mim é uma musica que tras saudades.
um abraço.
Desde pequeno fazia constantemente o passeio de trem de Curitiba à Paranaguá, além das viagens até Lapa, de Maria Fumaça, onde éramos recebidos pela banda da cidade. Era uma época bem bacana, íamos com toda a família e nos divertíamos muito.... Além disso, quando ingressei no movimento escoteiro, minha promessa escoteira foi realizada na Estação de Porto de Cima !!! Fomos de trem até a estação, e após fazer a promessa escoteira, seguimos a pé até o Rio Nhundiaquara, onde fizemos Bóia Cross !!!! Foi inesquecível, sem contar as brincadeiras com os colegas de ficar colocando pedras nas mochilas..... Anos mais tarde, comecei a prestar serviços como guia de turismo no mesmo trem, isso, em 2004.... então, a paixão vem crescendo cada vez mais !!!!!!
Um abraço, Fabio. Grato por nos contar suas lembranças:)

Fabio Rozalinski Kuczkowski disse:
Desde pequeno fazia constantemente o passeio de trem de Curitiba à Paranaguá, além das viagens até Lapa, de Maria Fumaça, onde éramos recebidos pela banda da cidade. Era uma época bem bacana, íamos com toda a família e nos divertíamos muito.... Além disso, quando ingressei no movimento escoteiro, minha promessa escoteira foi realizada na Estação de Porto de Cima !!! Fomos de trem até a estação, e após fazer a promessa escoteira, seguimos a pé até o Rio Nhundiaquara, onde fizemos Bóia Cross !!!! Foi inesquecível, sem contar as brincadeiras com os colegas de ficar colocando pedras nas mochilas..... Anos mais tarde, comecei a prestar serviços como guia de turismo no mesmo trem, isso, em 2004.... então, a paixão vem crescendo cada vez mais !!!!!!
Minha história sobre paixão por Ferrovias, não é muito diferente dos demais companheiros que deixaram gravados suas paixões pelas mesmas. Nasci em Canguçu/Rs, onde meu avô materno era ferreiro do 1º Batalhão Ferroviário, e meu pai,
Mestre de Pedreiro, ajudava a construir a Estação Ferroviária de Canguçu/Rs, dai iniciou-se a adoração por trens e trilhos.Morávamos próximos a ferrovia, nas chamadas "Casas de Turma", pois eram cedidas aos funcionários do 1º Batalhão Ferroviário que trabalhavam no mesmo.Com 3 anos de idade, meu pai foi transferido para Bento Gonçalves/Rs, onde o 1º Batalhão Ferroviário havia se acantonado há poucos anos.Parece incrível, mas com essa tenra idade ainda lembro de nossa viagem de trem de Canguçu à Bento Gonçalves/Rs,com 14 familias juntas e suas respectivas mudanças,que creio serem apenas alguns apetrechos, pois não haviam eletrodomésticos(geladeiras,Tv entre outros)as mudanças eram pequenas.Lembro muito bem, que dentro do trem nessa viagem se comia muito arroz-doce com canela(isso me marcou muito), pois a gente adorava.Depois de longos dias chegamos em Bento Gonçalves e fomos morar novamente em "Casas de Turma", próximo a São Roque denominado de São Valentim, nossa era a 1a entre as 14 que lá existiam, havia bem pertinho dela uma Caixa dágua para abastecer as locomotivas.Assim iniciou-se essa paixão pelas ferrovias, como os funcionários dos Batalhão eram transferidos constantemente para outras localidades onde havia necessidade de seus serviços, moramos apenas uns 3 anos nessa localidade.A melhor e mais intense lembrança foi com 13/14 anos ( pois morávamos no Rio da Prata, localidade do interior de Veranópolis/Rs, onde estava instalada a 1a Cia de Construções Ferroviária, encarregada de construir Pontes, Cortes, Pontilhões, nessa localidade haviam aproximadamente umas 300 familias de civis e mais uma Cia inteira de militares, instalações de oficinas mecânicas, Posto de Atendimento Médico de Emergência, Cinema, Armazem, Açougue, Rancho, Padaria, Posto de Combustiveis entre outros, ali aprendi a profissão de Radiotelegrafista, e iniciei minha vida profissional de filho de ferroviário, e segui meu destino.Tive o previlégio de fazer parte da RESA (Residência Especial de Avançamento), que estava Instalada em uma composição com 19 vagões, formando um comboio, essa Residência foi encarregada de construir a estrada de ferro de Roca Sales/Rs, até Lages/Sc, nessa composição havia os primeiros vagões eram da Administração, Escritório, Comando da RESA, logo a seguir vinha um vagão repartido ao meio, onde na primeira parte estava instalada minha estação de rádio e também o local onde dormia, na outra parte havia um almoxarifado, com telefone de linha, nosmvagões a seguir estavam instalados a cozinha da Administração, depois o deposito da cozinha, e outros vagões com alojamentos de militares, ordenados pelos graus de suas divisas, haviam 4 vagões de alojamento apenas de soldados e outros de civis, e no último vagão havia a instalação do gerador de energia próprio, um potente motor GM.Quiz o destino que por ser apaixonado por trens e trilhos, depois de aproximadamente 40 anos, e longas tentativas, pudessemos adquirir as terras onde naquela época estava instalada a 1a Cia de Construções Ferroviárias, e distantes apenas pela faixa de domínio, dos trilhos onde percorrem diariamente, cinco ou seis composições carregadas de diversos tipos de produtos, subindo ou descendo a serra.Ali construimos uma casinha, e de sua sacada, ficamos admirando a passagem dos trens, seus apitos, e relembrando o passado, alimentado pela paixão pelos trilhos e pelos trens, também quiz o destino que meus dois filhos, um Contador e outro Advogado, talvez enfeitiçados pelos contos do pai, hoje sejam os mais apaixonados pelas locomotivas e pelos trilhos, e vivam constantemente nesse "Cantinho da Saudade" admirando as belezas da natureza e ouvindo os apitos dos trens e o ringir dos freios em trilhos que modestamente tive a participação de construir há mais de 40 anos atráz.Saudades, muitas saudades.
Olá Roberto.Adorei sua história, principalmente porque está repleta de termos e expressões com as quais tambem convivi em toda minha infancia e ambem já aos 17 anos quando fui estagiar na duplicação do trecho da EFVM entre Drumond e Itabira, no qual ainda funcionava um sistema de comunicações por telégrafo. cheguei a ve-lo funcionando em varias estações. Era em 1976/7. Como fui operador radio-maritimo durante o ano de 1980, andei tentando apreder o MORSE, mas incentivado pela evolução tecnologica, por que passaram as comunicações a partir dos anos 80 acabei desistindo.Algumdia, atraves do radio-amadorismo, irei retomar essa tentativa.Uma grande abraço!
Marcos Machado

Joares Roberto Campos Foragato disse:
Minha história sobre paixão por Ferrovias, não é muito diferente dos demais companheiros que deixaram gravados suas paixões pelas mesmas. Nasci em Canguçu/Rs, onde meu avô materno era ferreiro do 1º Batalhão Ferroviário, e meu pai,
Mestre de Pedreiro, ajudava a construir a Estação Ferroviária de Canguçu/Rs, dai iniciou-se a adoração por trens e trilhos.Morávamos próximos a ferrovia, nas chamadas "Casas de Turma", pois eram cedidas aos funcionários do 1º Batalhão Ferroviário que trabalhavam no mesmo.Com 3 anos de idade, meu pai foi transferido para Bento Gonçalves/Rs, onde o 1º Batalhão Ferroviário havia se acantonado há poucos anos.Parece incrível, mas com essa tenra idade ainda lembro de nossa viagem de trem de Canguçu à Bento Gonçalves/Rs,com 14 familias juntas e suas respectivas mudanças,que creio serem apenas alguns apetrechos, pois não haviam eletrodomésticos(geladeiras,Tv entre outros)as mudanças eram pequenas.Lembro muito bem, que dentro do trem nessa viagem se comia muito arroz-doce com canela(isso me marcou muito), pois a gente adorava.Depois de longos dias chegamos em Bento Gonçalves e fomos morar novamente em "Casas de Turma", próximo a São Roque denominado de São Valentim, nossa era a 1a entre as 14 que lá existiam, havia bem pertinho dela uma Caixa dágua para abastecer as locomotivas.Assim iniciou-se essa paixão pelas ferrovias, como os funcionários dos Batalhão eram transferidos constantemente para outras localidades onde havia necessidade de seus serviços, moramos apenas uns 3 anos nessa localidade.A melhor e mais intense lembrança foi com 13/14 anos ( pois morávamos no Rio da Prata, localidade do interior de Veranópolis/Rs, onde estava instalada a 1a Cia de Construções Ferroviária, encarregada de construir Pontes, Cortes, Pontilhões, nessa localidade haviam aproximadamente umas 300 familias de civis e mais uma Cia inteira de militares, instalações de oficinas mecânicas, Posto de Atendimento Médico de Emergência, Cinema, Armazem, Açougue, Rancho, Padaria, Posto de Combustiveis entre outros, ali aprendi a profissão de Radiotelegrafista, e iniciei minha vida profissional de filho de ferroviário, e segui meu destino.Tive o previlégio de fazer parte da RESA (Residência Especial de Avançamento), que estava Instalada em uma composição com 19 vagões, formando um comboio, essa Residência foi encarregada de construir a estrada de ferro de Roca Sales/Rs, até Lages/Sc, nessa composição havia os primeiros vagões eram da Administração, Escritório, Comando da RESA, logo a seguir vinha um vagão repartido ao meio, onde na primeira parte estava instalada minha estação de rádio e também o local onde dormia, na outra parte havia um almoxarifado, com telefone de linha, nosmvagões a seguir estavam instalados a cozinha da Administração, depois o deposito da cozinha, e outros vagões com alojamentos de militares, ordenados pelos graus de suas divisas, haviam 4 vagões de alojamento apenas de soldados e outros de civis, e no último vagão havia a instalação do gerador de energia próprio, um potente motor GM.Quiz o destino que por ser apaixonado por trens e trilhos, depois de aproximadamente 40 anos, e longas tentativas, pudessemos adquirir as terras onde naquela época estava instalada a 1a Cia de Construções Ferroviárias, e distantes apenas pela faixa de domínio, dos trilhos onde percorrem diariamente, cinco ou seis composições carregadas de diversos tipos de produtos, subindo ou descendo a serra.Ali construimos uma casinha, e de sua sacada, ficamos admirando a passagem dos trens, seus apitos, e relembrando o passado, alimentado pela paixão pelos trilhos e pelos trens, também quiz o destino que meus dois filhos, um Contador e outro Advogado, talvez enfeitiçados pelos contos do pai, hoje sejam os mais apaixonados pelas locomotivas e pelos trilhos, e vivam constantemente nesse "Cantinho da Saudade" admirando as belezas da natureza e ouvindo os apitos dos trens e o ringir dos freios em trilhos que modestamente tive a participação de construir há mais de 40 anos atráz.Saudades, muitas saudades.
Meu avô foi telegrafista da RFFSA. Trabalho em Mococa, Joaçaba, Herval, Wenceslau Braz, União da Vitória etc.
Agora esse interesse voltou a me chamar a atenção.
Recomecei minha coleção de itens correlatos e espero encontrar amigos por aqui!
Abraços.
João L. V. Teixeira disse:
Meu avô foi telegrafista da RFFSA. Trabalho em Mococa, Joaçaba, Herval, Wenceslau Braz, União da Vitória etc.
Agora esse interesse voltou a me chamar a atenção.
Recomecei minha coleção de itens correlatos e espero encontrar amigos por aqui!
Abraços.

OLÁ JOÃO LV TEIXEIRA. EMBROA JA SE TENHA PASSADO UM TEMPINHO LEBREI-ME DE CONTAR PARA VC QUE EM 1980 TIVE UM INSTUTOR DE TREINAMENTO PARA RADIO-OPERADOR, NO RIO DE JANEIRO, QUE FOI TELEGRAFISTA E READIOTELEFONISTA NA SEGUNDA GUERRA E DAI ACABAOU VIRANDO FUNCIONARIO DO GOVERNO INDO PARAR NA EMBRATEL, ONDE EU FIZ TAL CURSO.ELE ADORAVA NOS FALAR DOS SNAIS DA, DI, DA, DI, .. QUE FORMAVAM AS PALAVRAS ENVIADAS POR TELÉGRAFO (MORSE). VEJA SO QUANTAS COISAS ENVOLVEM OU ENVOLVERAM AS FERROVIAS . ABRAÇO:)
Com certeza!
Não são poucos os motivos para se gostar de trens.
Abraços.

MARCOS ANTONIO ROZA MACHADO disse:
João L. V. Teixeira disse:
Meu avô foi telegrafista da RFFSA. Trabalho em Mococa, Joaçaba, Herval, Wenceslau Braz, União da Vitória etc.
Agora esse interesse voltou a me chamar a atenção.
Recomecei minha coleção de itens correlatos e espero encontrar amigos por aqui!
Abraços.

OLÁ JOÃO LV TEIXEIRA. EMBROA JA SE TENHA PASSADO UM TEMPINHO LEBREI-ME DE CONTAR PARA VC QUE EM 1980 TIVE UM INSTUTOR DE TREINAMENTO PARA RADIO-OPERADOR, NO RIO DE JANEIRO, QUE FOI TELEGRAFISTA E READIOTELEFONISTA NA SEGUNDA GUERRA E DAI ACABAOU VIRANDO FUNCIONARIO DO GOVERNO INDO PARAR NA EMBRATEL, ONDE EU FIZ TAL CURSO.ELE ADORAVA NOS FALAR DOS SNAIS DA, DI, DA, DI, .. QUE FORMAVAM AS PALAVRAS ENVIADAS POR TELÉGRAFO (MORSE). VEJA SO QUANTAS COISAS ENVOLVEM OU ENVOLVERAM AS FERROVIAS . ABRAÇO:)

Tambem trago na alma a paixão pelas ferrovias, trabalhei no 1° Batalhão Ferroviário quando ja em Lages, onde entrei no ano 1980 e hoje ainda continuo na ativa 10° Batalhão de Engenharia de Construção como Topógrafo. Tenho o mais belo legado deixado por aqueles que antecederam a mim na história do 1° BFv (Batalhão Ferroviário). O ensinamento de amor e entrega no serviço publico por aqueles homens na construção do TPS. Continuam a fazer a diferença naqueles que seguem seus ensinamentos. Tive o Previlégio de ainda poder trabalhar com alguns daqueles herois anonimos, caso do Joares Roberto Campos Foragato e tantos outros, como O mestre Jucão (Alcides José Viero), o homem que ajudou a construir gigantescos viadutos ferroviarios, tão gigantes como a seu legado. Hoje olho as velhas paredes de madeira ainda do velho Quartel de Lages e sinto a vibração dos Heróis do 1° Batalhão Ferroviário. E só me resta a lembranças nas conversas com o velho Sub Tenente Pandolfo. Deus abençoe a todos que fizeram a História desta Unidade Militar Centenária. A história é rica, e foi voces que a fizeram.   Abraços Saudosos a todos.

Bem, diferentemente dos outros participantes da discussão, meu gosto pelas ferrovias não tem origem em alguma relação familiar direta com estas. Nasci em 1991 em Itapira - SP quando os trilhos da antiga Cia Mogiana já estavam sendo retirados da região, portanto o primeiro contato direto que tive com trens ocorreu somente quando tinha por volta de 5 anos.
Acredito que as sementes do meu fascínio foram as estórias do meu pai, que usava os trilhos da antiga CM como caminho para a escola rural onde estudava na infância (de 1968 a 1976). Meu avô, nascido em 1927, também colaborou com suas estórias, estas ainda mais fascinantes para mim, da época de ouro do transporte ferroviário no país. Contava da espectativa de trens de oito vagões (os maiores que passavam no trecho) emperrarem numa forte rampa perto de sua casa para ele e seus amigos, quando crianças, irem assitir a batalha da locomotiva, que podia durar até uma hora, dependendo do tempo, e as músicas que criavam sobre o rítimo dos pistões a vapor no processo.
Estas estórias, de algo tão distante para mim na época, exaltaram minha imaginação e curiosidade sobre o assunto. O resultado é que a primeira vez que vi um trem, no passeio turístico de "Maria-Fumaça" Campinas - Jaguariúna, era a mais estusiasmada das crianças na estação. Devo tudo ao meu pai e ao meu avô.

Ola Roberto. Grato por compartilhar conosco o surgimento de sua atração pelas ferrovias.

Abraço

MArcos



Rodrigo Rosato Alves da Silva disse:

Bem, diferentemente dos outros participantes da discussão, meu gosto pelas ferrovias não tem origem em alguma relação familiar direta com estas. Nasci em 1991 em Itapira - SP quando os trilhos da antiga Cia Mogiana já estavam sendo retirados da região, portanto o primeiro contato direto que tive com trens ocorreu somente quando tinha por volta de 5 anos.
Acredito que as sementes do meu fascínio foram as estórias do meu pai, que usava os trilhos da antiga CM como caminho para a escola rural onde estudava na infância (de 1968 a 1976). Meu avô, nascido em 1927, também colaborou com suas estórias, estas ainda mais fascinantes para mim, da época de ouro do transporte ferroviário no país. Contava da espectativa de trens de oito vagões (os maiores que passavam no trecho) emperrarem numa forte rampa perto de sua casa para ele e seus amigos, quando crianças, irem assitir a batalha da locomotiva, que podia durar até uma hora, dependendo do tempo, e as músicas que criavam sobre o rítimo dos pistões a vapor no processo.
Estas estórias, de algo tão distante para mim na época, exaltaram minha imaginação e curiosidade sobre o assunto. O resultado é que a primeira vez que vi um trem, no passeio turístico de "Maria-Fumaça" Campinas - Jaguariúna, era a mais estusiasmada das crianças na estação. Devo tudo ao meu pai e ao meu avô.

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